7 Motivos Irrefutáveis que Provam que Jesus Já Voltou no Primeiro Século
Frase-chave de foco: Jesus já voltou
Descubra os 7 motivos bíblicos e históricos que provam que Jesus já voltou no primeiro século. Um estudo profundo e revelador com base na escatologia preterista.
Por: Uismael Freire
Muitos cristãos ainda aguardam a vinda futura de Jesus, mas e se eu te dissesse que Ele já veio? Essa afirmação pode parecer chocante, mas está fundamentada em palavras claras do próprio Cristo. As Escrituras, quando analisadas com seriedade exegética e histórica, apontam para um cumprimento escatológico já realizado no primeiro século.
Reunimos aqui sete motivos irrefutáveis que comprovam essa verdade. Ao final deste estudo, você terá ferramentas bíblicas, históricas e teológicas para entender por que a vinda de Cristo não está no futuro,
Bom, antes de começar quero dizer que este artigo foi inspirado no conteúdo do vídeo “7 MOTIVOS QUE PROVAM QUE JESUS JÁ VEIO”, publicado no canal Comentando o Apocalipse no YouTube. A exposição clara e fundamentada do tema serviu de base para desenvolver este estudo aprofundado, ampliando a compreensão à luz da hermenêutica preteristamas já é um evento passado.
1º. A promessa de que a geração presente veria sua vinda
Jesus afirmou categoricamente que os eventos profetizados aconteceriam ainda na geração dos seus ouvintes. Em Mateus 24:34, está escrito:
“Eu afirmo a vocês que isto é verdade: essas coisas vão acontecer antes de morrerem todos os que agora estão vivos.” (Mateus 24:34 – NTLH)
Esse versículo encerra uma seção em que Jesus responde sobre a destruição do Templo, sua vinda e o fim daquela era. Portanto, negar o cumprimento no primeiro século é invalidar a própria palavra do Messias.
A história confirma que o Templo foi destruído em 70 d.C. por Tito, exatamente dentro do período dessa geração. Jesus não se referia a um futuro distante, mas a uma vindoura manifestação de juízo sobre Jerusalém. Será que essas pessoas estão esperando até os dias de hoje?
2º. A geração seria responsabilizada pelo sangue dos profetas
Jesus apontou para a geração presente como responsável pela rejeição dos profetas:
“Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o castigo por tudo isso cairá sobre o povo de hoje.” (Mateus 23:36 – NTLH)
A culpa coletiva de Jerusalém por matar os profetas culmina em um juízo anunciado pelo próprio Senhor. Esse juízo é interpretado no preterismo como a destruição de Jerusalém em 70 d.C., evento apocalíptico que marca a vinda simbólica de Cristo.
Jerusalém foi descrita por Jesus como a cidade que mata os profetas e apedreja os enviados de Deus. Isso deixa claro que o castigo era iminente para aquela geração.
3º. A própria geração invocou o castigo pelo sangue de Cristo
Ao pedirem a morte de Jesus, o povo declarou:
“Que o castigo por esta morte caia sobre nós e sobre os nossos filhos!” (Mateus 27:25 – NTLH)
Esse versículo é fundamental. A geração não apenas rejeitou o Messias, mas invocou o juízo sobre si. E assim aconteceu. No ano 70, o cerco a Jerusalém foi brutal, e a cidade foi destruída.
O próprio Jesus havia advertido sobre isso em Lucas 19:44. O juízo veio como consequência direta da rejeição do Ungido.
4º. Jesus disse que João permaneceria até sua vinda
Em João 21:22, Jesus diz a Pedro:
“Se eu quiser que ele viva até que eu volte, o que é que você tem com isso?” (João 21:22 – NTLH)
Essa declaração gerou entre os discípulos a ideia de que João não morreria. Mas o foco aqui é outro: Jesus sugere que João estaria vivo quando Ele voltasse. E João, de fato, sobreviveu até a destruição de Jerusalém.
Historicamente, acredita-se que João morreu em Éfeso após a queda de Jerusalém. Isso valida a declaração profética de Jesus. E… cadê João? Sim, porque se Jesus não voltou ainda João deve está vivo até os dias de hoje, não é verdade?
5º. O sumo sacerdote ouviria e veria Jesus vindo nas nuvens
Durante o julgamento de Jesus, o sumo sacerdote escuta estas palavras:
“De agora em diante vocês verão o Filho do Homem sentado ao lado direito do Deus Todo-Poderoso e descendo nas nuvens do céu.” (Mateus 26:64 – NTLH)
Essa linguagem não descreve um evento visível a olho nu no céu físico, mas sim um juízo simbólico. A expressão “vir nas nuvens” remete à forma como Deus julgava na Antiga Aliança (Isaías 19:1).
O sumo sacerdote, ainda vivo, presenciaria esse juízo se manifestar. Isso reforça a ideia de que a vinda ocorreu dentro daquele contexto histórico. Será que ele (o sumo sacerdote) está escondido esperando essa promessa?
6º. Jesus disse que seus enviados não percorreriam toda Israel antes de sua vinda
Jesus afirmou aos seus enviados:
“Vocês não acabaram o seu trabalho em todas as cidades de Israel antes que venha o Filho do Homem.” (Mateus 10:23 – NTLH)
Essa missão era direcionada aos judeus. O tempo para cumprir esse chamado era curto, pois a vinda estava próxima. O evangelho do Reino foi proclamado com urgência naquela época.
Essa limitação territorial e temporal mostra que a vinda não estava atrelada a um futuro distante, mas a um evento iminente. Será que tem pessoas correndo até hoje?
7º. Jesus prometeu que alguns não morreriam antes de vê-lo vir em glória
A declaração é direta:
“Estão aqui algumas pessoas que não morrerão antes de verem o Filho do Homem vindo como Rei.” (Mateus 16:28 – NTLH)
Se alguns veriam, significa que a vinda era iminente. Não era uma profecia distante, mas uma promessa para aquela geração.
A expressão “vir como Rei” se refere à manifestação de autoridade e juízo. Isso se concretiza na queda do sistema religioso judaico com a destruição do Templo.
Conclusão
Os sete motivos apresentados revelam, com base em palavras do próprio Jesus, que sua vinda foi uma realidade para aquela geração. A escatologia preterista não nega a soberania de Deus, mas reconhece que Suas promessas foram cumpridas fielmente.
Negar esses cumprimentos é perpetuar uma esperança adiada e ignorar a clareza dos textos. Jesus é verdadeiro. Suas palavras são fiéis.
Se Jesus já veio em glória, você já pode viver em novidade de vida, livre do medo do fim e cheio da certeza de que está em um Reino que jamais terá fim. É hora de anunciar não o juízo, mas a Graça.
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Especialistas citados
“A linguagem apocalíptica de Jesus está ancorada no estilo profético do Antigo Testamento, não em previsões de um fim do mundo literal.” — R.C. Sproul, The Last Days According to Jesus. Link
“A vinda de Jesus em 70 d.C. é um evento de juízo contra Israel, não o fim do mundo.” — Kenneth Gentry, Before Jerusalem Fell. Link
“Mateus 24 é um dos textos mais mal compreendidos. Quando lido no seu contexto judaico, fica claro que fala de eventos do primeiro século.” — N.T. Wright, Jesus and the Victory of God. Link
Bibliografia
- Sproul, R.C. The Last Days According to Jesus.
- Gentry, Kenneth. Before Jerusalem Fell.
- Wright, N.T. Jesus and the Victory of God.
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